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Comitê Guandu-RJ fará parte do Grupo Técnico Interinstitucional Permanente de Acompanhamento da Segurança Hídrica


Foto: Arte - Antonio Mendes

Organizações vão agir de forma conjunta em prol da qualidade da água e do abastecimento.


04-02-2021

O Secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro – SEAS/RJ, Thiago Pampolha, criou em janeiro deste ano o Grupo Técnico Interinstitucional Permanente de Acompanhamento da Segurança Hídrica da Região Hidrográfica II – Guandu (GTIPASH Guandu). O objetivo do grupo é acompanhar, discutir e propor ações preventivas, mitigadoras e emergenciais relacionadas à qualidade de água, abastecimento público e usos múltiplos da água da Região Hidrográfica II do estado, que abrange as bacias dos Rios Guandu, da Guarda e Guandu-mirim, responsáveis pelo abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

A articulação reúne representantes do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Rio de Janeiro (GAEMA/MPRJ), Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAEA), Comitê Guandu-RJ, Instituto Estadual do Ambiente (INEA), Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA), Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o Instituto Rio Metrópole (IRM). A missão é analisar situações envolvendo o abastecimento público da região metropolitana propondo soluções, e o monitoramento para antecipar eventuais problemas visando o atendimento dos requisitos qualitativos e quantitativos de água da bacia. "O objetivo é claro e simples: envolver atores que atuam na gestão da bacia do Guandu, além de especialistas e Ministério público, em um grupo que irá trabalhar os problemas em busca de soluções práticas e efetivas, com o foco na garantia do abastecimento público de qualidade, e também os usos múltiplos da água", explicou Paulo de Tarso Pimenta, diretor-geral do Comitê Guandu-RJ.

As soluções e propostas oriundas do GTIPASH Guandu devem ser encampadas pelos integrantes do grupo na medida de suas competências e responsabilidades. "A troca de informações será mais rápida e eficiente, bem como a proposição e a execução das soluções. Vamos garantir a eficácia e a efetividade das ações. A ideia é montarmos uma matriz de responsabilidades que irá deixar claro a forma de atuar na gestão da água, principalmente nos casos que podem ocasionar riscos à qualidade do abastecimento", explicou.

Os municípios, bem como outras instituições e representações da bacia, também serão convidados a participarem, de forma pontual, para contribuírem com as soluções.

A primeira reunião do GTIPASH vai acontecer nesta sexta-feira (5) às 15 horas. As organizações vai analisar pareceres técnicos e iniciar a construção da matriz de projetos e responsabilidades para apontar ações integradas para segurança hídrica e preservação da qualidade da água no Guandu.

Uma das primeiras ações que podem envolver o grupo é o projeto Observatório de Bacia, do Comitê Guandu-RJ. O projeto que já está em andamento, irá dimensionar e estabelecer uma rede de monitoramento na bacia do rio Guandu, de onde a Estação de Tratamento do Guandu (ETA-Guandu/CEDAE) chega a captar 43 mil litros de água por segundo, que vão abastecer os municípios de Nilópolis, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Itaguaí, Queimados e Rio de Janeiro. Através desta rede, as autoridades poderão ter informações sobre a qualidade da água em diferentes pontos, inclusive na captação, que vão potencializar as ações de melhoria na qualidade da água. A rede emitirá alertas, por exemplo, quando há algum tipo de alteração que necessite que a captação seja interrompida para que medidas sejam tomadas. O monitoramento será também quantitativo, com aviso de escassez e também de cheias, por exemplo, com eventual perigo de enchentes. “Contratamos através de ato convocatório, no ano passado, a empresa que irá trabalhar no dimensionamento. Após esse estudo, vamos estabelecer a rede e envolver todos os atores no monitoramento qualiquantitativo da água. As informações vão subsidiar as decisões e fazer com que as ações sejam mais certeiras”, afirmou Paulo de Tarso.

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